Mostrando postagens com marcador 1 copo e meio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1 copo e meio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, agosto 05, 2009

Outra Heroína, por favor

Talvez ela fosse a única pessoa que realmente conhecia o perigo constante que era estar ao seu lado. Não que seja difícil de perceber, mas, digo isso por pura conveniência. Ela sempre esteve lá e sabia do seu discurso como ninguém.
Uma garota que cheirava a adrenalina e remorso; esse tipo singular que precisava de um comparsa e talvez acreditasse que fosse esse meu papel.
Não era do tipo que perdia tudo e lamentava; na verdade, era do tipo que não aceita um ‘ não ’ e segue em frente; nessa situação, creio que ela acabasse recuando e desse seu jeito para demonstrar ao mundo que ‘ não ’ nunca fora uma resposta aceitável. Às vezes atingia seu ápice de loucura. Nesses momentos, até aqueles hospedeiros inconvenientes que lhe juravam paixão associada a total desmerecimento a abandonavam e era aí que nós ficávamos a sós. Eu por ela e ela por mim. Apenas isso.
Nunca recuei quando aos gritos ela entoava que era um Desperdício. Talvez até o fosse. Talvez fosse o meu Melhor desperdício. Como quem sabe a fórmula certa, cada miligrama necessário para alcançar o ponto culminante do seu próprio caos. Isso que me atraia e essa frenesi nos prendia mais a cada segundo.
Digo-lhe que é deveras semelhante a quem foi cúmplice – não por vontade própria, mas, por ironia do destino – de um crime. Ela era o meu crime. E além de todas as agitações dessa cidade, a única que realmente me trazia paz. Não era incomum chegar em casa e ouvi-la dizer o quanto a sociedade é cruel, as pessoas hipócritas e a inconstância dos fatos a enojavam. Nem era tão simples quanto pode parecer, vindo de alguém que é por tradição, calmo e sincero como eu, mas, mesmo sabendo que no fundo a única necessidade eminente dela fosse a ajuda psicológica, adorava como ela sutilmente tinha o poder de distrair-me.

Aproximava-se e argumentava que eu só preciso de mais uns dias de férias, uma bebida qualquer e seus beijos avulsos.

Aquele jogo de sentidos foi uma das coisas que mais me intrigou durante um longo período, contudo, era por ele que eu lutava todos os dias. Era por ela, mais uma das minhas Heroínas dilacerantes. Pelo vício que tinha o poder de consumir-me e pela fascinação que me tornava mais um ignorante dentre tantos. Quer saber? Eu agradeço por ter aprendido com ela que é necessário perdermos tudo para percebermos a real liberdade.

quinta-feira, julho 16, 2009

Por estarem distraídos

A manhã não fora daquelas que prometem o paraíso desde o primeiro raio de sol, contudo, naquele dia ocorreu um dos melhores encontros de sua vida – para não dizer O melhor. A vida estava na sua órbita comum, a rotina, as pessoas; toda aquela agitação de cidade metropolitana repleta de indivíduos lutando contra o tempo, um vai e vem inebriante e confuso. Andara o bastante para poder dizer que já era mais que bastante, até porque não dispensara o mesmo ritmo acelerado que a tinha tomado desde o início da manhã.
Ela não tinha nada mais que um copo descartável em mãos. Talvez ainda o trouxesse consigo pela noção quase impossível de se corromper que guardara nos seus conceitos desde os tempos de colégio, aquela velha história de ‘não atire lixo pelas ruas’, ou talvez, simplesmente ainda estivesse lá por falta de oportunidade para descartá-lo. O que se sabe é que ele fora o único que pode presenciar aquele encontro sublime, em suas mãos.

Já passava de uma da tarde, calor escaldante. Aquele momento do dia em que ninguém quer fazer outra coisa senão concluir as obrigações e fugir para qualquer lugar; Vale qualquer um, basta que não seja continuar preso à obrigação momentânea. Pode-se dizer que foi nesse instante que tudo aconteceu.
Suas expressões eram um tanto indecifráveis ao primeiro olhar, mas, pequenos detalhes chamaram a atenção da observadora que se deixou estar ao seu lado, por mero acaso. Pouco a pouco aqueles singelos detalhes a foram sugando (‘e com aqueles olhos de comer fotografia’ a foi puxando, puxando – agora recontando o ocorrido, a única coisa que me vem à cabeça são esses versinho).
Digamos que o quase Impossível era essa conexão ocorresse, Depois, tudo seria singelo, singelo como os olhares de dois amigos que se distanciaram ou até de um velho amor; daqueles amores que se desencontram com as mudanças da vida.

Ofereceu-lhe algo. Balas coloridas. Mas, a única coisa que aquela observadora conseguiu formular e ainda por cima pronunciar foi um: ‘Não, obrigada.’
Talvez devesse ter revidado o golpe de olhar e em contrapartida, puxado assunto, perguntado seu nome, quem sabe. Conhecendo-a bem, nem preciso dizer que ela Não o fez. Continuou ali, estática. Mas, descobriu algo que a arrebatou mais, bem mais.
De todos os perfumes masculinos conhecidos, sempre teve um preferido – com uma única exceção dada a um amigo que usa o mesmo perfume que ela; mas, o Dele era diferente. A questão era descobrir até onde se propagava esse ‘diferente’.

Um suspiro. Alguém murmura. Pessoas ao telefone. Ele tira uma revista da mochila que a princípio, ela nem percebera caída próxima aos seus pés.

Pensaria: ‘Ah, mais um mané. E lá se vai o encanto...’ Mas, não houve tempo suficiente para isso. Baixou os olhos sobre aqueles papéis e sem querer, deixou-se levar outra vez.
A primeira página falava justamente sobre um livro que ela acabara de ler dias antes, depois daí, a sucessão foi quase que incontida: Psique, Cazuza, Música Brasileira, Sonhos, Atração, Pessoas, Freud, Nietzsche.

Tenta suspirar, a tentativa a sufoca, prossegue. Tenta não demonstrar interesse, mas, é notável que não alcance o sucesso.

Volta para o copo. Sim, aquele copo descartável que ainda não tinha encontrado seu destino. Ele a olha. Ela procura loucamente pela janela. O sol continua intenso lá fora.
Nunca poderia afirmar com certeza plena, mas, creio que tenha sido naquele instante que ela, a mais retórica e aplicada falante, desejou que o assunto fosse iniciado por ele.
-Passaram-se alguns minutos.
Eu diria que foram mais de 30. Ela, ela diria que já não importava, só havia conservado um sentido e naqueles minutos, o tinha utilizado para captar o máximo de detalhes possíveis, desde a barba rala, meio falha, aquela revista, a camiseta preta com uma imagem que se tornara impossível de decifrar, até aquela fita imperfeitamente presa ao pulso dele. Ah, o perfume. Não nos esqueçamos do perfume.
-Instantes.
Pensou que talvez pudesse fazer como nos filmes em que tudo dá certo no final. Pegaria uma caneta e escreveria seu telefone no pulso dele, ganharia outro olhar e talvez desse certo. Mas, preferiu deixar-se acreditar que por ser sublime, era melhor esperar.
-Esperou.
Chegou a hora de ir embora. Hora de retornar ao mundo das pessoas que estão sempre apressadas, contrariando a própria vontade e o tempo.
-Sorriu. Talvez aquela fosse a única vez que o veria.

Levantou-se e saiu – sem olhar para trás.

‘Dura a vida alguns instantes,
Porém mais do que bastantes
Quando cada instante é sempre’

sábado, julho 04, 2009

'Quando hoje acordei, ainda fazia escuro
(embora a manhã já estivesse avançada)
Chovia.
Chovia uma triste chuva de resignação
Como contraste e consolo ao calor tempestuoso da noite.
Então levantei.
Bebi o café que eu mesmo preparei.
Depois me deitei novamente, acendi um cigarro e fiquei pensando....
- Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei.'

(Manuel Bandeira)

terça-feira, junho 09, 2009

A sensação de perenidade das coisas do mundo é algo que nos torna incrivelmente contraditórios. Por vezes, renunciamos a coisas e pessoas mesmo sabendo que num futuro próximo teremos a intenção de cancelar aquelas palavras previamente mencionadas. Como um grande círculo de brilho inebriante, a lua ou o destino - que previamente lançamos - nos guia pela janela, enquanto ficamos a confabular sobre uns dos tantos episódios ' das brigas que perdemos ' e nunca conseguimos esquecer.

Perder-se nesses devaneios só tem como consequência final uma tremenda saudade do que poderia ter sido e não foi.

Poeira Lunar
Você chegou a mim e disse algumas palavras que não pude compreender já que estávamos em meio a todo aquele caos, mas, uma coisa eu posso afirmar: Houve luz; naquele relance de olhar houve mais luz que qualquer outro momento do qual tenha recordação.
- Por que falar sobre o que não se acredita?
Deixou-se cair sobre meus braços de um modo inconsequente, como alguém que só procura uma saída, um momento para tornar aquele ato remediável.
- Qual é a maneira mais simples de partir?
- Não há opções, fazemos nossas escolhas e em conseqüência, elas nos fazem.
Era uma manhã úmida, o céu estava escuro e todo o seu casaco estava coberto de neblina. Tudo o que ela procurava lhe havia sido entregue no decorrer de oito meses e por ironia do destino – ou apenas para deixar evidente a não ligação entre os indivíduos e a relação da oitava infinita, nesse mês algumas mudanças voluntárias ocorreriam.
- Sabe por que as coisas não ficaram apenas contidas no universo de início e meio – desembocando num final?
-Porque você simplesmente nunca aprendeu a distinguir o que é realidade e todo o resto criado no seu universo utópico. As pessoas são especiais quando elas querem, mas, conseguem ser melhores quando não tentam ser tão boas assim, se é que você ainda me entende. Eu só quero que tenhas um momento próprio para tornar-se menos imaturo, mais individualista, só quero te dar ares e provar a ti que não há como ser verdadeiro com alguém se você vive encobrindo a verdade da própria face. Quero que a vida te ensine que as coisas mais difíceis aprender são perdoar, ter fé e principalmente acreditar, e que todas as outras são apenas consequências dessas.
- Tudo se dissipou de um modo inexplicável para mim.
- Foste tu que me ensinaste que tudo deve ter início, desenvolvimento e algumas vezes, quando realmente valem à pena, tornar-se poeira lunar. Ah, e quanto ao modo de fazê-lo, bem, só há um: ‘Go out.’ Você apenas se vai.
- E se houvesse uma possibilidade da continuidade infinita? Se houvesse a mínima relação entre o 8º mês e os indivíduos?
- Desse modo, você simplesmente não iria; - mas, não é o caso.

domingo, maio 31, 2009

Eu queria um banho frio; uma renovação - não dos meus conceitos, esses ainda são extremamente sinceros ao que acredito e principalmente ao meu coração, mas, sim do meu modo de vida -. Não quero mentir sobre o que haveria de ser; o indivíduo tem o poder de ser pleno em sua particularidade, contudo, raros são os casos de pessoas que conseguem essa proeza.
Mas, nós sabemos que independente do que aconteça, o orvalho ainda cairá sobre aquelas flores do jardim de ontem; a lua ainda acolherá as estrelas na sua candura natural e a orbita linear não será modificada; as cicatrizes, essas trarão apenas belas lembranças num futuro próximo e eu, eu farei o possível para estar presente - mesmo às vezes ausente - porque a fraternidade é tão gratuita com aqueles que escolhemos quanto com aqueles que a trouxeram desde a gênese.

Isso é só desamor, desculpe, mas, não tem jeito, ostra feliz não cria pérolas.

A uma alma que reluz e ao mesmo tempo tem o poder de encher-me de esperança nas pessoas,
assino com um beijo.

sábado, maio 30, 2009

Milênios no ar


“Talvez seja hora de juntar todos os papéis avulsos que me pertencem e deixar que algumas daquelas palavras sejam levadas pelo vento”; essa é uma das últimas frases que me recordo ter vindo dela.
A chuva não cessava, os encontros pareciam cada vez mais fugazes e aquelas lembranças que tinham o inebriante poder de elevar-me e atravessar-me a alma em milésimos de instantes tornavam-se cada vez mais constantes em mim.
Como poderia algo que te faz tão bem ter tanta intensidade de modo contrário?

Deveria ser por volta das três da manhã quando cheguei em casa. Bem, pelo menos creio que tenha sido essa a marcação do relógio de cabeceira da última vez que o vi. Havia saído naquele sábado; com muita insistência de uns amigos e um leve grau de motivação forjada. Tínhamos combinado de visitar um novo bar da vizinhança. Um lugarzinho do qual todos haviam tirado boas impressões. Se eu já não estivesse tão entregue à necessidade de variar o tédio por fagulhas de poesia, teria preferido o aconchego dos meus livros àquela mesa comum de bar, lotado de pessoas que te observam e parecem te sugar os pensamentos como se não tivessem seus próprios; pois bem, não com pouca relutância, fui. A música não era das piores e o vinho, esse foi um bom companheiro, em cristal que embriagava mais a pupila que o próprio paladar. Conversa vai, conversa vem, mas, havia algo naquele local que me atraia mais que de costume.

A princípio não havia a mínima possibilidade de contato, em segunda estância, mantive meus olhos no canto daquela mesa como um soldado venera a pátria e entrega seus sonhos por ela; logo depois decidi que seria melhor manter-me quieto, afinal, independente do que ocorresse, eu, o velho utópico de sempre, preferia não ter a eminência do contato, mas, converter dentro de mim a certeza de que ao menos por um dos cinco sentidos, aquele era o princípio de paraíso que sempre havia procurado em minhas páginas mal rascunhadas. Comecei a ir com maior frequência aos encontros com os amigos. Uns até me interrogavam pelo motivo da minha mudança repentina, eu, apenas sorria.

Na verdade, continuava a pessoa de sempre, sem ao menos ousar abandonar o casulo, porém, fascinado com a descoberta de uma fresta pela qual enxergava centímetros do mundo e esses mesmos centímetros incumbiam-me à certeza de que por tão sublime fixação valeria a pena correr os riscos e deixar minha proteção casular, constante, companheiro de tempos carentes, para trás. Tornei-me apaixonado pelos vinhos daquele bar e turista errante daqueles olhos que me fitavam com graça demasiada, a noite inteira.

O tempo se passou, ambos nos distanciamos, mas, nunca esquecerei como aquele olhar oferecia-me mais conforto que qualquer um daqueles meus exemplares em brochura.
-------
Chuvas depois, devaneios; lembranças e a certeza de que naquele intervalo de tempo criado entre ambos, tudo podia ser explicado do modo mais simples e sincero possível. O instante de versos livres, de paixão pronunciada, mas, com toques diferentes, singelos toques que transpassavam as palavras; o olhar. O olhar era o único elo que brindava os sentimentos naquele breve segundo em silêncio - e ambos sabiam que seria uma das únicas coisas a ser lembrada depois de tantos invernos.

sexta-feira, maio 01, 2009

Primeiro de Maio

Talvez fosse melhor se voltássemos a ser o que éramos antes. Até não fosse melhor, porém, certamente seria mais simples. Depois de correr o bastante, fico com um único pensamento em mente: que seria menos cansativo se simplesmente passássemos uma fita sobre tudo o que nos ocorreu e embrulhássemos quatro meses num papel azul, para ser guardado numa caixinha até o dia em que a nostalgia nos puxasse pelo braço e fizesse-nos relembrar como o teu sorriso cintilava e como sempre repetias amar o aroma de Quasar. Continuaríamos bem. As lembranças ainda estariam lá, contudo, os sonhos seriam mais breves – e nem por isso menos belos – na hora em que fossemos dormir.

terça-feira, abril 21, 2009

Giving you a small taste ;)

Diga o que quiser, mas, isso não passou de pura hipocrisia por parte dela.
"Faço o possível por ti, ou melhor, Farei, porque hoje estou ocupada o bastante com meus próprios devaneios e só terei tempo para reafirmar minha promessa depois que essa tormenta tenha se esvaecido sobre nós dois."
Ó, sim, claro, obviamente isso é o sentimento por deveras nobre que tu querias. Creio que já basta das minhas supostas reclamações, não é mesmo? Então, deixemos estar, afinal, tem que ser bom para mim, mas, não para você.
Como dissera JP Coutinho, numa das suas colunas: 'Ninguém tem ciúmes do sol. Temos ciúmes da chuva porque só a chuva toca verdadeiramente a pele da mulher que amamos. Corrijo: da mulher que amamos e de Todas As Mulheres que poderemos amar Um Dia.'
Ainda bem que já não chove mais lá fora, não é mesmo?

sábado, abril 18, 2009

Take me as I am

Ela sabia que tudo não poderia ter-se resumido àquilo, não a Apenas aquilo. Conseguia manter-se – ou ao menos aparentar – estável perante o universo ao seu redor, contudo, bastou uma única frase para que a redoma de vidro trincasse aos seus olhos e ela nem ao menos pudesse interferir.
“Você merece muito mais do que se permite ter, pequena.”
Pela primeira vez, algo não lhe soou como meras palavras justapostas, ela estava ali, encarando o que sempre odiou afirmar, que o tempo de Não permitir-se deveria ter sido deixado para trás depois de tudo o que houve; começando a perceber que aquela verbalização tinha apenas um significado, o de que ela estava de olhos vendados para o que fora aquele ocorrido; ela evitara ver o que todos tinham percebido.
- Estava com frio, não um frio voraz, mas, uma brisa sutil que roçava seu corpo.
Fechou os olhos e lembrou-se do que ele havia dito na noite anterior, antes do súbito que a inundou e fez perceber que o Universo não se restringe ao seu infinito Particular.
“Você sabe o quão deve ao mundo, não é mesmo, minha querida? Então, face yourself!”

Bennie and The Jets.


1, 2, 3, preciso de uns drinks.

domingo, março 29, 2009

Na caixinha um novo amigo...



Quero algo que fuja do abstrato comum, algo em que possa simplesmente acreditar nem que seja só pra ter um porto seguro e manter-me estável e sem dúvidas maior parte do tempo. Comecei a questionar-me se o que as pessoas cogitam sobre ' a maturidade fundada ser possível apenas depois dos 18 ', mas, depois de fundir todos os possíveis argumentos, minha única conclusão foi um enoorme 'tudo bem, nunca foi do meu estilo colocar a culpa disso tudo numa questão tão mera como a matur(idade)', se é que me entendem.

Congratulações à minha Belle. Parabéns por mais uma primavera, bê.
Aaah, apesar dos ' casos e acasos ', ontem foi deveras engraçado / divertido.

na mídia: Nara Leão


Ps: Quando fluir a criatividade, posto algo de interesse geral, no mais, um beijo.

' na esquina há sempre um bar, pra você comemorar, sei lá o quê, sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto...'

segunda-feira, março 23, 2009

Listo para empezar?


Pensei em usar esse blog pra postar as dezenas de papéis avulsos que escrevi e que encontram-se rascunhados em alguns dos meus cadernos jogados pelos cantos da casa, mas, como sempre fui de desistir de escrever com freqüência determinada, achei melhor pisar nesse chão devagarzinho. Nesses tempos venho tentando apenas deixar-me levar pelo que despertar minha atração e esperar que a maré faça o resto.

‘The light minded person or doubt about it, the passion, compassion is still away from you’